
A indústria musical global segue em crescimento consistente. Segundo o mais recente relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), o setor alcançou US$ 31,7 bilhões em receitas em 2025, o 11º ano consecutivo de alta.
O dado confirma uma transformação importante no consumo de música: o streaming, é claro, se consolidou como o principal motor da indústria, com cerca de US$ 22 bilhões gerados em 2025. O número de assinantes pagos também cresceu e chegou a aproximadamente 837 milhões no mundo todo.
Mas e os vinis?
Mesmo com o avanço do digital, o mercado físico ainda tem espaço. As vendas ultrapassaram US$ 5 bilhões, impulsionadas principalmente pelo vinil, que segue em alta há anos. Esse movimento é fortemente associado aos chamados superfãs, consumidores que valorizam colecionáveis e experiências mais tangíveis (alguém ai faz parte desse grupo?)
Outro ponto importante do relatório é o crescimento em regiões como América Latina, Ásia, África e Oriente Médio. Esses mercados vêm se tornando estratégicos para a indústria, ampliando o alcance global da música e reduzindo a concentração em poucos territórios.

Os catálogos
Além do crescimento do setor, outro movimento relevante é a valorização de catálogos musicais como ativos financeiros. O ranking mais recente da Forbes destaca artistas que transformaram suas carreiras em grandes patrimônios.
Entre os nomes estão Jay-Z, com fortuna estimada em US$ 2,8 bilhões, Taylor Swift, com US$ 2 bilhões, e Bruce Springsteen, com US$ 1,2 bilhão. Também aparecem Rihanna, Beyoncé e Dr. Dre, todos na faixa bilionária.
A tendência é que a música continue sendo um dos mercados de maior faturamento mundial, com o crescimento contínuo de assinantes, expansão para novos mercados e o avanço de tecnologias como inteligência artificial. Tudo que você ouve tem um grande mercado por trás, gerando receita, entretenimento e é claro, lucro.



